sábado, 22 de janeiro de 2011

Quanto mede o possível?

Se as coisas estão bem, na medida do possível, estão bem? É uma reposta tão clichê para uma pergunta tão abrangente que fazemos da resposta um vazio para não darmos explicação alguma. Se me perguntarem hoje como as coisas estão eu responderei que estão na medida do impossível, quase alcançando a margem do impossível. Se estivesse dentro de uma possibilidade possível estaria tudo bem, tudo no seu lugar. Mas não está.
Fazer de cada sofrimento uma possibilidade de virar o jogo contra o que me aflige. Pesar os dois lados e ver qual vale a pena seguir. E seguir medindo as coisas, aprender a medir o possível para ver como as coisas estão. E não dar respostas evasivas. Nada de subterfúgios.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Veja você, onde é que o barco foi desaguar...

Insensato coração. Insensato o que a vida faz comigo, caramba porque tem que ser assim?

Aí um dia a vida me ensinou que os desgostos tu nunca esquece, porque eles fazem questão de te lembrar que existem. Mas que insensato.

Nunca vai existir um amor perfeito, pois se for perfeito vamos achar que ele supera qualquer coisa e vamos querer enfrentá-lo colocando mil obstáculos na sua volta. E só veremos que ele não supera tudo quando acabar.

E quando acabar vem um novo amor, que acharemos que é perfeito e eterno e colocaremos mil obstáculos e brigaremos e beijaremos e brigaremos e brigaremos e ele acabará.

Aí surge outro amor.

Fim.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Pois é

Só quem tem coração entende a nostalgia boa que há num porta-retrato velho com cheiro de mofo e teias de aranha. Só quem já morreu de amor pra saber o tamanho da dor que uma decepção traz.





Com ela era assim: um sorriso, uma lágrima, aquelas crises existenciais de sempre e sorrisos de novo.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Limón y sal

Tengo que confesarte ahora
nunca creí en la felicidad
a veces algo se le parece
pero es pura casualidad


Sólo tenerte cerca
siento que vuelvo a empezar.